A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza (H1N1) inicia-se em  12 de abril e vai até 9 de julho. O Ministério da Saúde pretende vacinar 90% dos grupos prioritários, de um total de 79,7 milhões de brasileiros, contra o vírus da Influenza, mais conhecido como o vírus da gripe. 

Devem comparecer aos postos crianças entre 6 meses até as que não completaram 6 anos de idade, gestantes, puérperas (mulheres com filhos até 40 dias), povos indígenas e trabalhadores da saúde. Em seguida, será a será a vez dos idosos e dos professores. Confira abaixo a lista completa de grupos prioritários.

O Ministério da Saúde não indica a aplicação da vacina da gripe ao mesmo tempo que a da covid-19. A recomendação é que as pessoas que fazem parte do grupo prioritário tomem primeiro a vacina contra a Covid-19 e depois a vacina contra a gripe após um intervalo mínimo de 14 dias.

Grupos prioritários

  • Crianças de 6 meses até  (5 anos, 11 meses e 29 dias);
  • Gestantes Puérperas - mulheres que deram à luz até 40 dias do dia da vacinação;
  • Trabalhadores da saúde Idosos com 60 anos ou mais;
  • Professores das escolas públicas e privadas;
  • Pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais;
  • Pessoas com deficiência permanente;
  • Forças de segurança e salvamento;
  • Forças armadas;
  • Caminhoneiros;
  • Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
  • Trabalhadores portuários Funcionários do sistema prisional;
  • Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
  • População privada de liberdade.

(Fonte: Agência Brasil, com supervisão de Raquel Mariano, da Rádio Nacional)

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O primeiro dia do Mega Drive Thru de vacinação contra a Covid-19 realizado de 08 as 13 horas de ontem, 07 de março, imunizou aproximadamente 700 pessoas. A Secretaria de Saúde ainda está finalizando o balanço.

Foram imunizados com primeiras doses os idosos de 65, 66 e 67 anos.

A Secretária de Saúde, Bethânia Reis de Souza e a Secretária de Assistência Social, Glaciele Silva Souza propuseram uma “corrente do bem” e pediram que aqueles que desejassem, doassem 1 quilo de alimento não perecível.

Foram muitos quilos de alimentos doados. Os alimentos serão destinados às pessoas que estão em insegurança alimentar em Além Paraíba de acordo com o cadastro e critérios técnicos da Secretaria de Assistência Social.

Hoje o Mega Drive prossegue vacinando com segundas doses idosos de acordo com as faixas etárias como já divulgado nos canais oficiais da Prefeitura Municipal de Além Paraíba.

(Fonte: Comunicação PMAP)

A advogada Cynthia Ferreira toma a primeira dose da Coronavac, na manhã desta quinta-feira, dia 07 de abril. (Crédito: Reprodução/Facebook)A advogada Cynthia Ferreira toma a primeira dose da Coronavac, na manhã desta quinta-feira, dia 07 de abril. (Crédito: Reprodução/Facebook)

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O estado de Minas Gerais enfrenta uma situação crítica por conta da escassez de sedativos usados na intubação de pacientes graves. O alerta foi feito nesta quinta-feira (8) pelo governador Romeu Zema (Novo) durante entrevista coletiva na Cidade Administrativa, região Norte de Belo Horizonte. "Estamos correndo o risco de pacientes intubados acordarem porque faltou sedativo", alertou.

"Nos preocupa muito, hoje, a falta de sedativos. As unidades hospitalares do estado, que sempre trabalharam com estoque de 60 dias ou mais, hoje muitas delas têm estoque para um dia, dois dias, três dias. Isso é muito preocupante", disse.

De acordo com o governador, a deficiência ocorre por conta de uma mudança feita pelo Ministério da Saúde, que passou a requisitar administrativamente os insumos junto à indústria. "Até poucas semanas atrás, cada unidade hospitalar fazia o seu pedido diretamente na indústria. Com essa requisição administrativa, o Ministério passou a ter acesso a toda produção e ele não tem conseguido distribuir na velocidade adequada", explicou.

Zema disse que ainda a indústria conseguiu triplicar a produção desse tipo de medicamento, mas o consumo aumentou quase dez vezes.

Ainda durante a coletiva, o secretário estadual de Saúde de Minas Gerais, Fábio Baccheretti, disse que a Onda Roxa, do Minas Consciente, irá vigorar em parte do estado até o próximo dia 18 de abril. 

Algumas cidades mineiras, porém, vão progredir para a Onda Vermelha, que é um pouco mais flexível que a Onda Roxa. São elas a macrorregião de Saúde Triângulo do Sul e as microrregiões de São Gotardo, Montes Claros/Bocaiúva e Taiobeiras. No entanto, as localidades serão monitoradas pela Secretaria de Estado de Saúde até sexta-feira (9) para garantir que não haja piora nos indicadores da Covid-19.

Somente será permitido o avanço a partir de segunda (12) caso o cenário positivo se mantenha favorável. As demais regiões do estado devem seguir, por mais uma semana, as medidas decretadas na semana passada. Triângulo do Norte permanece na onda vermelha e as outras 12, na roxa.

(Fonte: Rádio Itatiaia/Agência Minas/Dom Total)

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Quinta, 08 Abril 2021 17:52

Coluna Sindijori

UFJF recruta voluntários para vacina

            A Universidade Federal de Juiz de Fora, em colaboração com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), está conduzindo uma pesquisa para avaliar a eficácia da vacina BCG contra o agravamento de quadros da Covid-19. A partir desta semana, os pesquisadores estão convocando voluntários para colaborarem com o levantamento. Os participantes irão passar por entrevistas e testagens sorológicas e, caso sejam selecionados, serão vacinados com a BCG e acompanhados ao longo de seis meses. Para o estudo, a instituição está selecionando pessoas que tenham entre 20 e 50 anos, dentre outros perfis. (Tribuna de Minas- Juiz de Fora)

Muriaé cria “Onda Preta”

            Na tentativa de conter o avanço da pandemia, a Prefeitura de Muriaé adotou medidas mais restritivas que as que já estão em vigor na Onda Roxa do Programa Minas Consciente. Desde a última terça-feira, 6, até a próxima segunda, dia 12 de abril, o serviço considerado não-essencial não pode funcionar nem mesmo com a opção de delivery ou retirada na porta. Além disso, as feiras-livres estão suspensas. A decisão do Comitê Extraordinário Covid-19 de Muriaé considera o agravamento da pandemia e está sendo chamada na cidade de “Onda Preta”. No programa estadual Minas Consciente essa faixa não existe, sendo a Onda Roxa a mais restritiva até o momento. (Folha da Mata- Viçosa)

Aprovado Auxílio Emergencial

            O Auxílio Emergencial Municipal Temporário foi aprovado pela Câmara Municipal de Lagoa da Prata nesta terça-feira, 7. O benefício veio como uma medida complementar ao auxílio emergencial do Governo Federal e será concedido à famílias ou indivíduos em vulnerabilidade que estão cadastradas no Cadastro Único. Em nota, a Assessoria da Câmara Municipal informou que  projeto atenderá mais de 2 mil famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, com valor médio de R$ 311 pelo período de 3 meses. Os critérios de seleção das famílias serão extraídos da base de dados do Cadastro Único. O beneficiário receberá o auxílio através de um cartão para fazer compras no comércio local, conforme informações da Secretaria de Assistência Social. (Jornal Cidade MG- Lagoa da Prata)

Lançado Meu Primeiro Emprego

            Fomentar a geração de emprego e renda em Itabira e promover a inserção de jovens e adultos no mercado de trabalho, incrementando empresas neste processo. Essa é a principal proposta do Programa Municipal “Meu Primeiro Emprego”, iniciativa dos vereadores Bernardo Rosa e Sebastião Ferreira Leite. Na semana passada, o prefeito Marco Antônio Lage (PSB) sancionou a lei que institui o programa que entrará em vigor daqui a 60 dias. Conforme a Prefeitura, serão observados os seguintes critérios: contratação de trabalhadores que estejam ingressando em seu primeiro emprego, com vínculos formais, salvo em contratos de Menor Aprendiz; e harmonia entre o contrato e o que preconizam a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e o Decreto nº 9.579/2018. (Jornal A Notícia- João Monlevade)

Programa de incentivo a economia

            A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mariana abriu o cadastramento para os comerciantes locais que foram afetados durante a pandemia do coronavírus. A medida faz parte de uma série de ações do Pacote de Incentivo a Economia do Plano de Enfrentamento e Recuperação Econômica para minimizar os impactos da pandemia junto as empresas locais. Nesta primeira etapa, os interessados devem preencher o formulário de cadastro até o dia 15 de abril, para que assim, a empresa possa participar do levantamento. (Portal da Cidade- Mariana)

Hospital de Campanha começa a funcionar

            O Prefeito de Ipatinga, Gustavo Nunes (PSL), apresentou à imprensa regional, na tarde desta quarta-feira, 7, as instalações do Hospital de Campanha, montado ao lado do Hospital Municipal Elaine Martins no bairro Cidade Nobre. A unidade hospitalar de emergência começou a funcionar a partir desta quinta-feira, 8, com dez leitos de UTI Covid, por enquanto, e, na próxima semana, mais dez leitos de UTI. Além disso, serão abertos oito leitos de Semi-UTI e outros 29 novos leitos de enfermaria Covid no hospital. (Diário do Aço- Ipatinga)

Araguari já aplicou mais de 18 mil vacinas

            Em meio à segunda onda da pandemia de covid-19, que veio com mais força do que a primeira e tem deixado números assustadores de óbitos e contaminações, o Poder Público segue no esforço de vacinar a população contra a doença. Sendo assim, nesta quarta-feira, 7, a Saúde realizou aplicações somente em pessoas que já haviam recebido a primeira dose anteriormente, em razão da pouca quantidade de doses D1 (70) recebidas no último lote. De acordo com o “vacinômetro” desta quarta-feira, 7, a cidade já conta com 18.038 vacinados. Nesta quinta-feira, 8, e sexta-feira, 9, a prefeitura segue aplicando a segunda dose para quem já foi imunizado nos dias 25 e 26 de março respectivamente, no aeroporto municipal, das 8h até as 17h. (Gazeta do Triângulo- Araguari)

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A Secretária Municipal de Saúde, Bethânia Reis de Souza, liberou ontem mais um “vacinômetro” parcial. O balanço foi atualizado até o dia 6 de abril. De fácil compreensão, é possível visualizar as doses recebidas, aplicadas, o público alvo e outros detalhes (veja a imagem). Segundo a Secretária a próxima meta a ser cumprida é a publicação do percentual de Além-paraibanos que já foi imunizada com as vacinas anti COVID-19. Bethânia afirmou que o Prefeito Miguel Belmiro de Souza Júnior e ela própria têm cuidado da questão da vacina com total transparência para que a população possa acompanhar o andar imunização.

 (Fonte: Comunicação PMAP)

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Os supermercados Mais Por Menos (São José e Vila Caxias) prepararam um grande sorteio de páscoa para os clientes e amigos.

A rede de Supermercados Mais Por Menos trabalha sempre para valorizar os seus clientes e, por conta disso, a cada mês ou em datas comemorativas, são realizados sorteios .

O sorteio da vez foi uma parceria com a marca de chocolates e doces Arcor.

O sorteio aconteceu no dia 03 de abril, no domingo de páscoa. O resultado foi divulgado nos stories do Instagram do Supermercado Mais Por Menos

A ganhadora foi a cliente Cassiane Santos, de 18 anos, moradora do bairro Timbira. Cassiane levou sozinha uma cesta recheada de produtos Arcor.

Essa cesta estava composta por 2 Caixas de bombons Arcor; 2 barras de chocolate ao leite Arcor; 1barra de chocolate rocklets Arcor; 1 barra de chocolate branco Arcor; 1 barra de chocolate brigadeiro Arcor; 1 barra de chocolate branco sabor morango Arcor; 1 barra de chocolate com amendoim Arcor; 2 cookies Tortuguita Arcor; 1 wafer sabor morango Tortuguita Arcor; 1 wafer sabor chocolate Tortuguita Arcor; 1 Tortini sabor trufa Aymoré; 1 Tortini sabor morango Aymoré; 2 Butter Toffes sabor menta Arcor; 1 Butter Toffes sabor leite Arcor; 1 Butter Toffes sabor chocolate Arcor e 1 Butter Toffes sabor chokko Arcor.

Quer ficar por dentro e acompanhar todos os sorteios e promoções do Supermercado Mais Por Menos?

Acesse o instagram: https://www.instagram.com/supermercadomaispormenosap/?hl=pt-br

Ou o @supermercadomaispormenosap

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O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei para reabrir o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e o Benefício Emergencial para Preservação do Emprego e da Renda (BEm), que são medidas econômicas implementadas no ano passado para o socorro a empresas impactadas pela pandemia de covid-19.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência explicou que o texto altera o Artigo 126 da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2021 (Lei nº 14.116, 2020) para permitir a execução de projetos que tenham duração específica no ano corrente. De acordo com a pasta, a medida não cria despesas diretamente e também não afasta as regras fiscais que limitam e condicionam os gastos públicos, como a Lei de Responsabilidade Fiscal e o teto de gastos.

“A proposta pretende adequar os requisitos para aumento de despesas que não sejam obrigatórias e de caráter continuado. Com a modificação proposta, não será necessária a apresentação de medida compensatória para esse tipo de despesa”, diz a nota.

Programas

Por meio do BEm, empresas puderam realizar acordos de redução de jornada e salário ou de suspensão de contratos de trabalho, garantindo ao trabalhador uma porcentagem do seguro-desemprego a que teria direito se fosse demitido. O benefício foi pago com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). De acordo com o governo, o programa preservou o emprego e a renda de cerca de 10,2 milhões de trabalhadores, bem como a existência de 1,5 milhão de empresas.

Já o Pronampe é uma linha de crédito criada para auxiliar financeiramente os pequenos negócios e, ao mesmo tempo, manter empregos durante a pandemia. As empresas beneficiadas assumiram o compromisso de preservar o número de funcionários e puderam utilizar os recursos para financiar a atividade empresarial, como investimentos e capital de giro para despesas operacionais. De acordo com o governo, o programa disponibilizou mais de R$ 37 bilhões em financiamentos para quase 520 mil micro e pequenos empreendedores.

Está em tramitação no Congresso Nacional, um projeto que torna o Pronampe uma política oficial e permanente de crédito. O texto já foi aprovado no Senado e está em tramitação na Câmara.

Fonte: Agência Brasil - Edição: Denise Griesinger

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No último domingo, 04 de abril, a Energisa Minas Gerais disponibilizou ao Hospital de Cataguases 10 equipamentos do tipo BIPAP (compressores de ar que são utilizados para tratar diversos tipos de distúrbios respiratórios). A iniciativa é do Movimento Energia do Bem, criado pelo Grupo Energisa, que já promoveu cerca de 40 ações para o enfrentamento da crise humanitária provocada pela Covid-19 em todo o país e destinou mais de R$ 8 milhões à iniciativa.

A distribuidora se sensibilizou e atendeu o pedido do provedor do Hospital, José Roberto Furtado, em conseguir os equipamentos para a fisioterapia para uso de Ventilação Não Invasiva (VNI) ainda na enfermaria. Estudos e experiências mostram que o reforço no tratamento ao paciente, nesta etapa, diminui o tempo de internação, evitam levar o paciente para a UTI e reduzem o índice de mortalidade. Segundo o provedor, a VNI tem evitado muitas intubações na unidade e a ação da fisioterapia tem sido determinante no sentido de diminuir o comprometimento pulmonar decorrente da Covid-19.

A insuficiência respiratória aguda está entre os principais problemas apresentados por pessoas com sintomas graves de Covid-19 e o uso da VNI é indicado aos pacientes hospitalizados para tratamento da doença, já que melhora os níveis de oxigenação e diminui o desconforto respiratório, evitando a necessidade de intubação. Ao diminuir o trabalho respiratório do paciente, é possível favorecer o repouso dos músculos respiratórios, melhorar as trocas gasosas, reduzir o tempo de internação e a consequente sobrevida do paciente.

“Estamos passando por um momento em que a pandemia está em alta. A Energisa, como empresa cidadã, continua em apoio as comunidades onde atua, contribuindo para minimizar o impacto da pandemia de Covid-19”, comentou o diretor-presidente da Energisa Minas Gerais, Eduardo Mantovani.

Fonte: Energisa Minas Gerais / Site Marcelo Lopes / Foto: Hospital de Cataguases

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  • 14 dias após a primeira dose, Coronavac tem 50% de eficácia contra variante brasileira
  • Estudo foi feito com 67 mil profissionais de saúde em Manaus
  • Dados da eficácia após a segunda dose ainda estão sendo recolhidos

Coronavac, vacina contra a covid-19 produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, é 50% eficaz contra a P1, variante brasileira do coronavírus. A efetividade do imunizante começa a valer a partir de 14 dias depois da primeira dose.

O índice de 50% diz respeito aos casos sintomáticos da covid-19. O grupo responsável pela pesquisa, Vebra Covid-19, considera os resultados encorajadores. Mais informações sobre o estudo serão divulgadas nesta quarta-feira (7).

A pesquisa envolveu 67.718 profissionais da saúde de Manaus. Os resultados da efetividade da vacina depois de 14 dias da segunda dose ainda estão sendo coletados e analisados.

Os pesquisadores ainda vão avaliar a eficácia da Coronavac e a vacina da Oxford/AstraZeneca em idosos nas cidades e Campo Grande e Manaus, e em todo o estado de São Paulo.

O grupo Verba Covid-19 estuda eficácia das vacinas contra o coronavírus no Brasil e é integrado por pesquisadores de instituições nacionais e internacionais, servidores da Secretarias de Saúde estaduais e municipais do Amazonas e de São Paulo.

Brasil registrou 4.195 novas mortes pelo novo coronavírus e 86.979 casos da doença nesta terça (6). Com isso, o total de mortos chegou a 336.947 e o de casos a 13.100.580, de acordo com o painel atualizado pelo Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde), um sistema próprio de informações que reúne dados de contaminados e de óbitos em contagem paralela à do governo.

É a primeira vez que o Brasil registrou mais de 4 mil mortes em um único dia. Até o momento, o país tinha seis dias com mais de 3 mil mortes, cinco deles em março deste ano e um já em abril. O antigo recorde tinha sido registrado em 31 de março, com 3.869.

Como lidar com as novas variantes do coronavírus?

forma de lidar com a nova variante não muda, de acordo com o médico infectologista José David Urbaéz, diretor científico da Sociedade Brasileira de Infectologia do Distrito Federal e consultor da Sociedade Brasileira de infectologia.

Qual o grande problema de novas variantes?

Uma nova variante tem uma escala. Desde novembro de 2020, o Brasil tem praticamente todas as condições para ter essa nova variante. Uma vez que a variante consegue se desenvolver, epidemiologicamente se tem um problema muito sério, por quê? Porque se escalona para cima transmissibilidade e aumenta de maneira significativa o problema, que já era enorme.

Vírus mais transmissíveis têm como consequência quadros de infecções mais graves e afetam, inclusive, crianças e jovens. A variante mais recente que circula no Brasil tem o nome N9 e foi identificada por cientistas da Fiocruz na semana passada. As outras duas, chamadas de P.1 e P.2, foram identificadas há mais ou menos cinco meses e se espalharam pelo país.

O que muda com novas variantes?

O que vai mudar com essas novas variantes, segundo infectologistas, é essa demanda gigantesca para o sistema de saúde porque há um número crescente de pessoas que estão desenvolvendo quadros mais graves e que precisam de internação hospitalar e de suporte de UTI.

Apesar de falar muito em variante no Brasil, não se fala de segurança nos locais que a população precisa frequentar, como supermercados, farmácias e elevadores de condomínios.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou no dia 12 de março que o Brasil representa “um risco para todo o mundo”.

Quais são as novas variantes da covid-19?

Há informações de que uma nova variante, a N9, já foi detectada em várias macrorregiões brasileiras, exceto no Centro-Oeste. Isso tem que ser manejado com muito cuidado porque supostamente a gente está tendo só uma variante dominante, mas tem uma outra chamada P.2 também (descoberta no Rio de Janeiro). O sistema de vigilância genômico do Brasil ainda é muito precário. Não temos um sistema epidemiológico de detecção para inferir a magnitude da circulação dessas variantes. Então, pode ser que no Brasil já existam outras variantes em desenvolvimento.

No caso da P.1 (descoberta em Manaus), estudos apontam que essa cepa do coronavírus é mais transmissível por causa mutações que sofre na região que o vírus usa para infectar as células humanas.

A transmissibilidade da P.1 também é alta, ou seja, transmite muito mais do que o vírus de 2020. Consequentemente, o número de infectados tende a ser maior.

O infectologista lembra que no atual momento da pandemia o número de vírus que se replica tende a ser infinito. E não tem como quantificar além de um certo número porque não tem mais número. Tende quase a ser infinito por conta das possibilidades gigantescas de mutações todo dia provocadas, e numa dessas o vírus descobre uma via mais perfeita para se transmitir.

Como surgiram as novas variantes?

Hoje pode-se dizer que o Brasil é um laboratório a céu aberto, como falaram vários outros pesquisadores, de evolução do vírus em todas as suas dinâmicas. É uma ameaça para o mundo porque aqui há uma variedade de variedades, sabe-se lá até quando e como e por onde elas terão consequências que nunca vão ser quando variável, se entra como dominante. Tudo isso porque foi uma variável que conseguiu descobrir vantagens para ela.

Praticamente, todos os dias existem variantes. Mas habitualmente, conforme detalha o infectologista, as variantes têm mutações não dão vantagem alguma. Já quando há uma variante que apresenta alguma vantagem ela começa a “andar melhor”.

Na prática, todos os dias as pessoas estão na presença de novas variantes, mas nem todas “vingam” e, consequentemente, não se manifestam.

Mas em algum momento acontece como no velho ditado “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. O país tem potencial de desenvolvimento de variantes que em algum momento pode colocar em risco a estratégia de vacinação contra a Covid-19. Felizmente, ainda não se tornou uma ameaça. Mas se continuar dessa forma é provável que aconteça.

Onde surgiram as novas variantes?

Existe uma sensação de que o primeiro – e talvez o mais grave - fator que deflagrou a segunda onda devastadora em Manaus foi a falta de medidas de restrição. Passada a primeira onda da pandemia, as pessoas circulavam livremente. Outro ingrediente para se somar a esse caos a falta de uma estrutura de assistência suficiente para uma hecatombe dessas.

Então, criaram-se condições de uma onda muito grande e depois de um tempo os anticorpos já não funcionavam. Tudo isso se soma e pode-se dizer que foi feito de tudo para que a variante aparecesse. Mas nunca pode dizer que um fenômeno epidemiológico de uma alça de ampliação muito grande tenha apenas um componente. A variante é um componente importante, mas o que se repara na população, infelizmente, é que há uma tendência a querer simplificar tudo que está acontecendo neste ano com a pandemia de Covid-19 no Brasil. Todo horror diariamente vividos, toda catástrofe com média de 2 mil mortes diariamente, toda essa tragédia não podem ser creditadas a uma variante. Não é de maneira alguma. A variante apenas se somou ao péssimo manejo da pandemia.

Até o dia 12 de março, segundo o boletim do Imperial College de Londres, no Reino Unido, a taxa de transmissão no Brasil estava em 1,14. Isso significa que cada 100 pessoas com o vírus no país infectam outras 114.

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A Secretaria Municipal de Saúde de Além Paraíba, através da titular da Pasta, Bethânia Reis de Souza, comunicou que acontecerá esta semana, a partir do dia 07 de abril, mais um drive thru de vacinação.

Na quarta feira (7), o drive thru atenderá a vacinação com primeiras doses aos idosos de 65, 66 e 67 anos de idade cadastrados. Na quinta feira, (8) acontecerá o drive thru para vacinar, com segundas doses, os idosos de 74, 75 e 76 anos que compareceram ao drive thru anterior de suas faixas etárias. Na sexta feira, (09), a vacina anti COVID, segundas doses serão aplicadas nos idosos de 70, 71, 72 e 73 anos que compareceram ao drive thru anterior de suas faixas etárias. No sábado (10), serão aplicadas as segundas doses nos idosos de 68 e 69 anos de idade que compareceram ao drive thru anterior de suas faixas etárias.

O drive thru acontecerá somente na Avenida Antonio Augusto Junqueira, no Porto Velho, em frente a Igreja Santa Rita de Cássia. A Secretaria Municipal de Saúde de Além Paraíba divulgou uma tabela de horários para que as pessoas residentes nas áreas de Estratégias de Saúde da Família se desloquem para o drive thru em horários específicos de forma a não causar filas. Moradores atendidos pela Estratégia de Saúde da Família do Goiabal, Angustura, Beira Rio, Fernando Lobo e Marinópolis, devem estar no local de vacinação as 8:00 horas. De 08h30min às 09 horas, devem estar no local de vacinação aqueles que não pertençam a áreas atendidas pela Estratégia de Saúde da Família (qualquer bairro); de 09 horas às 09h30min, os moradores atendidos pela Estratégia de Saúde da Família de Vila Caxias; de 09h30min às 10 horas e de 10h30min às 11 horas, moradores de todos os bairros que não sejam atendidos por Estratégia de Saúde da Família. Os moradores atendidos pela Estratégia de Saúde da Família da Jaqueira devem estar no local de vacinação de 10 horas às 10h:30min; das 11 horas às 11h30min serão atendidos os moradores atendidos pela Estratégia de Saúde da Família do Jardim Paraíso, e de 11h30min às 12 horas os moradores cujos bairros não são atendidos pela Estratégia. De 12 horas às 12h30min será o atendimento aos moradores assistidos pela Estratégia de Saúde da Família Alice Fernandes. De 12h30min às 13 horas, será novamente horário para moradores cujos bairros não são atendidos pela Estratégia. Às 13 horas, será o horário reservado para moradores atendidos pela Estratégia de Saúde da Família da Parada Breves.

Em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social de Além Paraíba, a Secretaria Municipal de Saúde estará realizando uma Corrente do Bem, onde quem puder e quiser doar 1kg de alimento não perecível, este será doado as famílias carentes do município alemparaibano.

Com informações da Ascom da PMAP

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