Quinta, 24 Setembro 2020 13:48

Motorista sem CNH e com veículo furtado é preso ao tentar fugir de fiscalização em Leopoldina

Escrito por G1 Zona da Mata

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu na madrugada de quarta-feira (23) um motorista, de idade não divulgada, durante fiscalização na BR-116 em Leopoldina.

Segundo a PRF, o condutor não tinha Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o carro que dirigia era furtado e ele tentou fugir da abordagem policial.

Ainda conforme a polícia, próximo ao km 768, foi dada ordem de parada para o veículo, com placas de Igarapé. Ao perceber a abordagem policial, o motorista acelerou o carro em fuga e a viatura da PRF iniciou a perseguição.

O carro seguiu em alta velocidade pelo Centro de Leopoldina, invadiu a contramão de direção e avançou o sinal vermelho. O motorista retornou para a BR-116 e seguiu em fuga, até colidir em um canteiro no trevo das Palmeiras. Ele foi interceptado por agentes da PRF.

Durante a verificação, os policiais rodoviários constataram que o carro era furtado e o registro foi feito em maio, em Congonhas. Ainda durante a consulta ao sistema, também foi verificado que o motorista não tinha CNH.

O condutor estava sozinho no carro e não quis dar informações sobre o veículo e nem sobre a viagem.

Ele foi detido por receptação de veículo furtado e por dirigir sem habilitação, e encaminhado para a Polícia Civil de Leopoldina. O carro foi recolhido ao pátio credenciado da PRF.


PRF apreende PRF apreende veículo na BR-116 em Leopoldina — Foto: PRF/Divulgação

Informações adicionais

  • Cidade: Além Paraíba - MG

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  • Coronavírus faz mais uma vítima em Além Paraíba Coronavírus faz mais uma vítima em Além Paraíba

    Faleceu neste dia 23 de setembro de 2020, a senhora Maria Aparecida Rezende Teixeira, de 88 anos. Ela é a décima quarta vítima da Covid-19 em Além Paraíba.

    D. Aparecida estava internada desde final de agosto. A maior parte do tempo, desde 2 de setembro, ficou entubada na UTI do HSS.

    Segundo a professora Margarida Teixeira, filha de D. Aparecida, a mãe sempre foi uma mulher forte, guerreira e religiosa, sendo católica fervorosa. Desde o início da pandemia, em março, D. Aparecida havia colocado um crucifixo na porta de sua casa, no Jardim Paraíso, na esperança de afastar o coronavírus, o qual ela temia muito. Infelizmente, ela acabou sendo vítima do terrível vírus.

    No leito do hospital, antes de ser entubada, pediu aos filhos que cuidassem de seu esposo, Sr. Augusto Teixeira, com quem foi casada por 68 anos. Com ele teve sete filhos: Rita, Margarida (Maga),  Isabel Cristina (Bel da Sacar), Julieta, Samuel, Tadeu e Sebastião. Dos filhos vieram 12 netos. A família é tradicional da zona rural (Alto da Conceição), residindo atualmente no Jardim Paraíso e outros bairros de Além Paraíba.

    Uma peculiaridade sobre D. Maria Aparecida é que ela sempre se posicionava sobre todos os assuntos na vida, inclusive politicamente. Amava o ex-presidente Lula e não escondia a sua antipatia por Bolsonaro, arrancando gargalhadas de todos que a conheciam quando falava sobre esse assunto, por sua sinceridade e espontaneidade.

     

  • Brasil completa seis meses da confirmação do 1º caso do novo coronavírus Brasil completa seis meses da confirmação do 1º caso do novo coronavírus

    O Brasil completa, nesta quarta-feira (26), seis meses do primeiro registro de caso do novo coronavírus, que causa a Covid-19, no país.

    Em 26 de fevereiro, o Ministério da Saúde divulgou a confirmação do primeiro caso positivo em solo brasileiro, e também em toda a América Latina. 

    Um homem de 61 anos que mora em São Paulo tinha retornado de uma viagem à Itália, país que no início de abril era um dos mais afetados pela doença. Posteriormente, governantes comentaram sobre indícios da presença da Covid-19 no país já antes disso.

    O homem estava assintomático e foi deixado em quarentena domiciliar. À época, outras 30 pessoas que tiveram contato com ele ficaram em observação, segundo o ministério.

    Hoje, o mundo tem cerca de 24 milhões de casos confirmados do novo coronavírus, segundo contagem da Universidade Johns Hopkins. 

    Nessa segunda-feira (25), no último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde antes da data em que o primeiro caso completou seis meses, o Brasil totalizou 3.669.995 casos confirmados e 116.580 mortes.

    Com esses números, o país é hoje o segundo mais afetado pela Covid-19 no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, que somaram no mesmo dia 5.769.024 de infectados e 178.129 mortos pela doença.

    Os estragos da pandemia

    Inicialmente considerada uma doença pulmonar, a Covid-19 se revelou uma doença sistêmica, que ataca diversos órgãos e funções do corpo. A necessidade de combater a inflamação generalizada, a atenção especial aos eventos circulatórios e a garantia da boa oxigenação do paciente são algumas das práticas que já se tornaram normais no atendimento à Covid-19. 

    Muitos apontam a falta de testagem como uma das causas para a grande incidência da doença no Brasil. Do início da pandemia no país até julho, cerca de 13,3 milhões de pessoas, o equivalente a somente 6,3% da população brasileira, tinham feito algum teste para diagnosticar a doença.

    Para Moacyr Duarte, infectologista do Hospital Albert Einstein, um dos problemas para o aumento de casos no país foi a falta de diagnósticos. “Acho que o grande erro foi esse, não fazer o diagnóstico precoce.” 

    Segundo ele, essa medida “iria diminuir a disseminação da doença e fazer com que a população procurasse mais precocemente o Sistema Único de Saúde (SUS)”, evitando que as pessoas chegassem em estado tão grave nas instituições. 

    A pandemia teve um efeito devastador sobre o sistema de saúde do país, afetando também a produção industrial, o comércio e deixando milhares de brasileiros desempregados, o que ressaltou as desigualdades econômicas, raciais e regionais.

    Cronologia de casos confirmados no Brasil mês a mês

    26/02 – 1º caso

    26/03 – 2.915 casos 

    26/04 – 61.888 casos

    26/05 – 391.222 casos

    26/06 – 1.274.974 casos 

    26/07 – 2.419.091 casos 

    25/08 – 3.669.995 casos (até o último balanço disponibilizado pelo Ministério da Saúde)

    Reinfecções

    Enquanto o país e o mundo ainda buscam respostas para os diversos questionamentos sobre a doença, nesta semana mais uma informação surgiu. Após a descoberta de um caso de reinfecção em Hong Kong, o Brasil investiga 23 pessoas por supostamente terem testado positivo para a Covid-19 duas vezes.

    Mas será que isso pode mesmo acontecer? Para pesquisadores da USP de Ribeirão Preto, é um “evento raro”, mas “possível”. Especialistas também consideram a possibilidade de uma infecção por outro vírus, como o da gripe, que promova sintomas semelhantes aos do novo coronavírus. 

    Uma segunda possibilidade é o vírus ter “adormecido” por meses. É como se ele continuasse no corpo, mas não manifestasse sintomas num intervalo de tempo entre a primeira e a segunda vez.

    E também há a hipótese de que o vírus fique “esquecido” pelo organismo por semanas, como se não o percebesse mais ali. E quando o corpo "descobre" o vírus esquecido e decide reagir, os sintomas voltam nessa batalha para eliminar de vez a doença.

    Vacinas no Brasil

    Mesmo com tantas pesquisas em desenvolvimento em todo o mundo para chegar a uma vacina efetiva, especialistas afirmam que é essencial que o Brasil tenha sua própria imunização, já que uma vacina brasileira permitiria uma distribuição mais ampla, rápida e barata da imunização.

    Neste momento, o Brasil estuda quatro vacinas contra o novo coronavírus. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o ensaio clínico das vacinas desenvolvidas pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, pela empresa Sinovac Research & Development Co. Ltd. em parceria com o Instituto Butantan (conhecida também como Coronavac), pela BioNTech e Wyeth/Pfizer, e pela Janssen, farmacêutica da Johnson & Johnson.

    Os testes são conduzidos em voluntários que trabalham na linha de frente do combate ao vírus. Os ensaios clínicos em seres humanos avaliam a segurança e eficácia do medicamento e são divididos em três fases.

    Na fase 1, participam pequenos grupos de indivíduos. Na fase 2, há a inclusão de mais pessoas e a substância é administrada em indivíduos representativos da população-alvo a ser imunizada. Já na fase 3, a vacina é oferecida a uma grande quantidade de pessoas para avaliar a capacidade de proteção do produto.

    As vacinas em estudo no Brasil estão na fase 3 de ensaios clínicos ou vão iniciá-los em setembro.

    Para Cristiana Toscano, representante da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e integrante do Grupo de Trabalho de Vacinas para Covid-19 da Organização Mundial de Saúde (OMS), o avanço e a velocidade atuais no trabalho de desenvolvimento de uma vacina é "sem precedentes".

    "Hoje há mais de 200 grupos estudando as vacinas candidatas", afirmou ela. "É resultado de uma coalizão internacional, um financiamento internacional intenso e uma articulação desses grupos de pesquisa com um objetivo comum."

    Toscano ressaltou, entretanto, que a fase 3 não pode ser encurtada. "É muito promissor o avanço, mas temos que esperar mais um pouco" para ter uma vacina que se mostre eficaz, explicou. "A vacina não pode ser registrada e usada antes do fim da fase 3", disse ela, destacando que um cronograma realista prevê a substância pronta para a população em março de 2021.

    Medicamentos

    Durante esses seis meses, surgiram diversas teorias e estudos preliminares sobre medicamentos que poderiam ser utilizados para o tratamento da Covid-19, como hidroxicloroquina, azitromicina, ivermectina, dexametasona, entre outros. A hidroxicloroquina, por exemplo, é repetidamente defendida pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

    A comunidade médica, no entanto, ressalta que nenhum deles tem comprovação científica de eficácia.

    Segundo Ana Paula Hermann, professora do departamento de farmacologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), "a cloroquina é um fármaco usado há muito tempo no tratamento da malária, uma doença causada por protozoários e transmitida por mosquitos. Já a hidroxicloroquina é um derivado da cloroquina com as mesmas propriedades farmacológicas, mas menos efeitos tóxicos".

    Estudos iniciais ganharam destaque por apontarem que grupos de pacientes com a Covid-19 submetidos a tratamento com substância em conjunto com outros medicamentos tiveram redução na carga viral. Contudo, especialistas ressaltam que o medicamento pode causar arritmias cardíacas fatais.

    (Com Estadão Conteúdo)

    testagemcoronavirus.jpgProfissional aplica teste do tipo RT-PCR para detecção do novo coronavírus

    Foto: Callaghan O'Hare - 23.jun.2020 / Reuters

  • Coluna Sindijori Coluna Sindijori
    1. Comércio foi o que mais demitiu
      <j>    Com os impactos causados pelo coronavírus, o setor de comércio foi o que mais registrou demissões em Caeté. Entre janeiro e junho, houve 200 contratações e 244 demissões, um saldo negativo de 44 postos de trabalho com carteira assinada. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Outro setor afetado negativamente, entre janeiro e junho, foi a agricultura, com cortes de 13 empregos, saldo resultante de 5 admissões e 18 desligamentos.  (Jornal Opinião – Caeté)
       

    2. Bioinformática contra o covid
      Pesquisadores da Universidade Federal de Ouro Preto propõem uso da bioinformática para identificar e combater antígenos do novo coronavírus. O grupo já usa a técnica aplicada na busca de novas vacinas contra leishmaniose. A técnica é aplicada para identificar no genoma de patógenos (como o Sars-Cov-2) possíveis alvos antigênicos para potenciais vacinas contra doenças virais, bacterianas e parasitárias. (O Liberal – Itabirito)   
       

    3.  Construção Novas Pontes
      Para atender as comunidades rurais prejudicadas pelas cheias que ocorrem em ribeirões  no começo do ano, a Prefeitura de Manhuaçu realiza a construção de mais de dez pontes, em diferentes distritos. Com investimento total de R$ 1.803.968,41, as obras são executadas com recursos da Secretaria  Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC) e do próprio município. Estão sendo construídas pontes em várias comunidades do município. (Diário de Munhaçu).
       

    4. Prefeito e vereador  condenados 
          A 3ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) depois de um reexame necessário, decidiu por maioria reformar a sentença condenando o prefeito de Andradas, Rodrigo Aparecido Lopes e o ex-vereador Alexandre Cancherini por improbidade administrativa. A condenação envolve um caso ocorrido em 2013 de “realização de contratação direta sem prévia licitação”, segundo o TJMG. (Portal da Cidade - Andradas).
       

    5. Obras da ETE com atraso
          O Departamento Municipal de Águas e Esgotos de João Molevade (DAE) não conseguirá entregar a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Carneirinhos em 2020. A declaração é do diretor-geral da autarquia. Cleres Roberto Souza, que diz que a obra deverá se prolongar por, ao menos, um ano. No entanto, segundo Cleres, o DAE dispõe de todo o dinheiro necessário para entregar a estação pronta  e em plena capacidade de funcionamento. A obra está orçada em R$12 milhões dos quais R$4 já foram pagos. (A Notícia Regional - Monlevade).
       

    6. OAB de Formiga critica PL
          A 16º subseção da OAB de Formiga reagiu contra projeto de lei em tramitação na Câmara Municipal, que altera a acrescenta dispositivos na Lei que dispõe sobre o Serviço de Assistência Judiciária (Saj) e o estágio supervisionado obrigatório de Práticas Jurídicas de estudantes do Unifor-MG no âmbito da Câmara Municipal de Formiga. Os advogados entendem que a proposta viola prerrogativas do estatuto e regula a profissão e que, uma vez aprovada, provocará grandes e irreparáveis danos a classe. Na prática, o projeto de lei amplia e muito o número de serviços jurídicos (de natureza civil e criminal) que podem ser prestados gratuitamente. (Últimas Notícias - Formiga).
       

    7. Inadimplência do IPVA é alta
          A arrecadação do IPVA em Caratinga e região também tem sentido os impactos da pandemia. Conforme os dados de janeiro a31 de julho de 2020, a inadimplência cresceu se comparado ao mesmo período do ano passado. A frota de Caratinga é de 38.866 veículos com expectativa de arrecadação até o final do ano de R$21.651.723,00 já foram arrecadados até julho R$17.169.732,00 (o que corresponde a 79,30% já quitado). Já a frota da região (Caratinga + nove municípios) é composta por 67.798 veículos, com expectativa de arrecadar R$32.101.725,00. O arrecado até julho de 2020 foi R$25.461.033,00 (79,88%). (Diário de Caratinga).
       

    8. Doadoras de leite materno recebem máscaras especificas 
          As mães doadoras de leite materno foram homenageadas pela Santa Casa de Montes Claros com uma máscara especifica da campanha, como forma de marcar o Agosto Dourado, mês dedicado à intensificação das ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. A iniciativa é das equipes da Maternidade e Pediatria da Santa Casa de Montes Claros através  do Serviço de Incentivo ao Apoio ao Aleitamento Materno. (Gazeta Norte de Minas - Montes Claros).

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  • PM realiza Blitz educativa "Agosto Lilás" em Além Paraíba PM realiza Blitz educativa &quot;Agosto Lilás&quot; em Além Paraíba

    Na última quarta, 19, a PM realizou em Além Paraíba uma Blitz Educativa em comemoração ao mês de prevenção à violência doméstica, "Agosto Lilás", com a distribuição de panfletos com dicas e informações sobre o tema.

    AGOSTO LILÁS:

    Durante o mês de agosto acontece, em todo o Brasil, o #AgostoLilás. A campanha nasceu com o objetivo de alertar a população sobre a importância da prevenção e do enfrentamento à violência contra a mulher, incentivando as denúncias de agressão, que podem ser físicas, psicológicas, sexuais, morais e até patrimoniais. Neste ano em especial, o #AgostoLilás comemora também os 11 da Lei Maria da Penha.

    A violência contra as mulheres é uma violação de direitos humanos e um grave problema de saúde pública. Ela pode trazer como consequências: mortes, lesões, traumas físicos e vários tipos de agravos mentais e emocionais. Além disso, diminui a qualidade de vida das mulheres e de suas famílias, gerando prejuízos à sua autonomia e seu potencial como pessoa e cidadã. A violência pode também provocar doenças sexualmente transmissíveis, gravidez indesejada, distúrbios sexuais, depressão, entre outros agravos.  (Texto: Blog Saude MG)

     

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